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Projeto quer levar Inteligência Emocional, Educação Financeira e Empreendedorismo às escolas

Publicada em 01/08/20 as 15:07h por Por Aline Bittencourt - 103 visualizações


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 (Foto: Face)
Inteligência Emocional. Educação Financeira. Empreendedorismo. Esses três pilares podem transformar uma nação. É bem verdade que a consciência para tais questões, em muitas pessoas, já está despertando.

Os temas têm sido motivo de discussão em vários campos do saber, inclusive, têm sido pauta de debates entre políticos, acadêmicos e demais cidadãos que, a cada dia, se engajam na defesa de iniciativas que deem oportunidade tanto aos jovens, quanto aos pais de famílias.

Assim como há um despertar para mudanças de hábitos alimentares, prática de exercícios físicos, consciência para os cuidados com o meio ambiente e amor aos animais, também está entre os anseios da sociedade, a necessidade de entender suas emoções (inteligência emocional), bem como o interesse em planejar suas finanças (educação financeira) e criar suas próprias oportunidades (empreendedorismo).

Mas, na prática, de que forma pode-se alcançar esses vetores de transformação?

Mudando a realidade

A empresária Pâmela Waleska Costa Gomes, de apenas 22 anos, viu no empreendedorismo uma oportunidade de mudar sua realidade. Com foco e força de vontade, Pâmela pontua que o aperfeiçoamento aliada a prática faz toda a diferença, e que idade é um rótulo.

“Nunca é cedo demais ou tarde demais. Acredito que o mercado é de oportunidades e, que a apesar das várias dificuldades, tudo depende da força de vontade e foco. É preciso se jogar. Fazer a coisa acontecer. A teoria é linda, mas você só vai se aperfeiçoar em algo se você realmente tirar do papel. É preciso se preparar. Mas levantar da cadeira, errar e levantar novamente, ensina muito mais”, conta a empresária.

Pâmela confessa que empreendeu num momento familiar difícil. “Na época, meu pai estava passando por um pouco de dificuldade financeira e mesmo assim, continuava a nos oferecer um estilo de vida confortável. Eu percebi a situação. Então, e comecei a vender a sanduíches naturais e paletas mexicanas na faculdade, no intuito de não pedir dinheiro para minhas necessidades ao meu pai”, relata.

Gestão eficiente das finanças

Dona da Game Of Burger (@gameofburgerbr) e a considerada mais jovem vereadora do país (está parlamentar até dezembro de 2020), ela aconselha que para alcançar o sucesso financeiro, é preciso se blindar dos julgamentos alheios e não ter receio de começar pequeno. “A junção de pequenas coisas faz você tornar-se gigante. Não desista em hipótese alguma”, finaliza a empresária Pâmela Waleska.

O economista, especialista em Análise e Gestão de Negócios e mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente, o professor universitário Maurício Cajazeira, corrobora com a vivência da jovem empresária Pâmela ao reforçar que a educação financeira deve ser trabalhada desde cedo.

“Educar crianças, jovens e adolescentes na rede básica de ensino é fundamental para mudança desse cenário preocupante de ‘pouca habilidade com dinheiro’. As crianças, jovens e adolescentes de hoje, serão os adultos de amanhã e aprender que não devem gastar mais do que podem é crucial”, ressalva.

Para o economista, todas as famílias buscam conquistar seus objetivos. “Muitas vezes esse "sonho" dificilmente se torna realidade, principalmente porque a maioria das famílias não costuma fazer uma gestão eficiente das suas finanças. Muitas vezes a dificuldade é tão grande que simplesmente falar em dinheiro, economizar ou reduzir gastos gera até conflitos entre as pessoas e, assim, a situação fica ainda pior”, expõe.

Planejar é essencial

“Fazer um planejamento é essencial, independente da sua renda”, afirma Maurício Cajazeira.
“Se a pessoa desenvolver o hábito de fazer planejamento para todos os seus gastos, com certeza, será uma pessoa superavitária sempre. Pessoas superavitárias possuem seu nível de gastos inferior ao seu nível de renda. Já as pessoas deficitárias não gostam nem de falar em planejamento e, normalmente são endividadas, compram muito mais do que necessitam, gostam quase sempre de coisas que não cabem em seu orçamento e, sempre, sua renda nunca é suficiente para pagar todas as contas. Poupar é sim muito importante, é também um comportamento de pessoas superavitárias, ou seja, pessoas que planejam e controlam sempre seus gastos”.

Maurício lembra que já foi considerado “exigente” com a educação financeira do filho quando ele tinha 6 anos. “Eu defini uma "mesada" de R$2 por semana para ele comprar balas, doces e o que quisesse. Passados 15 minutos dos primeiros R$2 que dei, ele já tinha acabado o dinheiro e estava me pedindo mais. Alí, meu filho faliu pela primeira vez. A partir daí, passou a ter mais consciência em usar o dinheiro no tempo e da melhor maneira possível. Hoje, busca poupar e dar a maior utilização possível ao dinheiro, gastando menos do que o que ganha, ou seja, esse é o caminho!”, finaliza.

Inteligência emocional

Ter a habilidade de perceber, entender, avaliar e administra


Por Aline Bittencourt



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